máscaras caindo
com as pessoas certas, é sempre bom trabalhar em e pelo coletivo. com as pessoas erradas, é uma verdadeira dor de cabeça e taça de complicações... mas nem sempre podemos escolher pelas afinidades de intenções e precisamos lidar com velhos paradigmas institucionais implantados em mentes apequenadas: sede de poder, puxadas de tapetes, assédios de todas as ordens, falhas (propositais) na comunicação, fofocas e delações infundadas, trocas de farpas veladas (ou nem tanto!) e por aí vai...
eu confesso que sou ingênua e quero fazer meu melhor e meu máximo em cada espaço em que estou, seja profissional ou pessoal. contudo, alguns ambientes são tão sufocantes que nos impedem até de dar o nosso mínimo! tão desmotivadores que nos impedem até de usar a nossa competência! tão castradores, que nos impelem a manter o máximo de distância possível, o que torna impossível que trabalhemos adequadamente pelo coletivo...
penso em sair, desistir... todavia, lembro também que sou teimosa e sei "bater de frente" com a delicadeza de uma corça prateada escoiceando seu agressor. talvez estas pessoas queiram mesmo testar minha paciência e limite, talvez queiram me fazer abrir mão daquilo que conquistei, talvez queiram me mostrar que não estou no lugar certo... talvez sejam apenas pessoas mal resolvidas consigo mesmas e estejam descontando suas frustrações numa jovem sonhadora, talvez até mesmo me sejam indiferentes... não importa! o que importa mesmo é a integridade e integralidade com as quais eu suporto (ou tento suportar) determinadas posturas (irracionais?) simplesmente porque ainda continuo acreditando que podemos fazer algo de bom para a comunidade; quiçá, para a sociedade. com sorte, até para a humanidade.
quem sabe... sonhar e agir são intrínsecas características da minha essência e não me desmotivarei olhando para pessoas que só aprenderam a se sentir bem humilhando outras pessoas. prefiro olhar, observar e seguir aquelas outras: as que transformaram o mundo em um lugar um tiquinho melhor.
sigamos!
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noi soul
Maio inacabado
refletindo sobre obrigações e desilusões e queda de máscaras...
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