não sou blogueira. nunca fui blogueira. provavelmente, não sei... nem do futuro nem ser blogueira. Mas Apesar De tudo (ou nada) eis-me aqui escrevendo no BLOGGER : quero escrever a possibilidade. Isso! a possibilidade de um texto que contenha todos os erros e acertos que minha mente possa criar sem a ajuda, às vezes bem-vinda às vezes perversa, da tal IA. veja bem... não estou dizendo com isso que já tenho uma opinião formada sobre esta nova ferramenta tecnológica. são apenas acenos aqui e acolá e alguns testes feitos, além de ver mais da metade das pessoas que sigo no instagram postando textos "mortos", se é que me entende... eu estou amaldiçoada por perceber, sem dificuldades, quando um texto foi escrito por IA. Ah, você não sabe o que é IA? então, deve estar em outro tempo e espaço, mas não começarei minhas digressões neste momento, pois tenho (quase) certeza de que você fugiria. fiquei pensando no absurdo ou na absurdidade de escrever com as minhas ferramentas inte...
Os ouvidos querem o gosto da palavra Os olhos almejam o gozo da palavra A boca anseia o cheiro da palavra As narinas buscam o toque da palavra As mãos perscrutam o som da palavra Nós somos feitos de carne e palavras Nós somos feitos de células e palavras Nós somos feitos de ossos e palavras Nós somos feitos de sangue e palavras Nós somos feitos de vida e palavras Quão poderosa é aquela que nos permeia Em todos os recônditos Em todas as entradas Em todas as saídas Em todas as chegadas Em todas as despedidas Quão gloriosa é aquela que nos incendeia Em todas as madrugadas Em todos os deslizes Em todas as camadas Em todas as crises Em todas as enseadas Os ouvidos querem o gosto da palavra Os olhos almejam o gozo da palavra A boca anseia o cheiro da palavra As narinas buscam o toque da palavra As mãos perscrutam o som da palavra Ela que cava, escava, encrava Ela que pulsa, pune, absolve, abs...
Vocês acham que estão fazendo A REVOLUÇÃO, crianças Mas estão apenas REpetindo os passos dos vossos pais Neste país tão degradado Segregado Foi consagrada a maldição Da boca que come a boca Da serpente sem dente Tão impune-mente A mais nova ideia De 100 anos atrás Gritos em praças Sonhos das valsas Pigmentos de heróis e heroínas Da outrora Do acender da aurora Ou do acaso do ocaso Tão mórbido Quanto breu Tão fora do eixo quanto Um você e um eu Continuem, crianças Vossa saudosa revolução É necessária a cada nova geração Pensar que faz o novo De novo E de novo Pensar que faz renovo E, aos trinta e poucos, descobrir Que tudo não passou de simulacro ou dis-simulação Daquilo que um dia foi E do que poderia vir a ser E de um passado im-perfeito Ou de um futuro do presente Ou de um presente do futuro! Oxalá, desta vez, seja real! Como quisera este REnasCER... noi soul Ou Celéstyan...
Comentários
Postar um comentário